
Um mágico momento pode levar-nos do fundo do nosso ser ao esplendor das mais distantes estrelas.
segunda-feira, 30 de outubro de 2006
Uma verdade inconveniente

terça-feira, 24 de outubro de 2006
Um outro ponto de vista

Caros amigos!
Pois é… o nosso amigo Kili! E ele é cá um danado… não deixa qualquer um trepar por ele acima… ohoh Faz-se difícil! E cá entre nós, faz ele muito bem. Não tinha piada se fosse fácil, não acham?! Mas por outro lado… é um risco! É um grande investimento que vamos fazer e não temos quaisquer garantias de que iremos conseguir. E quando falo em “grande investimento” não me refiro apenas ao financeiro, refiro-me também ao treino fisico, à pesquisa sobre o melhor trilho, aos emails trocados com as pontenciais agências de viagens, à conversa com o novo chefe pedinchando os dias de férias aos quais ainda não tenho direito, etc etc… É todo um imaginário que se vai criado à volta da ascensão do imponente, fantásico, magnífico e lindo Kilimanjaro! Deve assemelhar-se à preparação de um casamento (sem querer ferir susceptibilidades).
A ascensão não dá muita margem de manobra para a adaptação individual de cada um. O tempo disponível não permite que cada indivíduo tenha tempo de se adaptar à altitude e a todos os outros factores que influenciam o metabolismo do nosso organismo. E o grupo terá que continuar… O treino físico que estamos a fazer vai concerteza ajudar a que consigamos ter mais resistência e a facilitar a nossa ascensão. Mas e a parte psicológica?! Como é q se treina?! Sim… porque teremos que ser fortes… não vai haver esquinas para pensarmos “são só mais 3 esquinas”. O monte será íngreme e a aproximação ao cume será lenta, muito lenta! Como treinamos a psique para resistir a um esforço físico tão grande? Alguém tem respostas? Que parte será mais importante, a física ou a psicológica?
segunda-feira, 16 de outubro de 2006
Treinos
Já só me faltam 3 para completar o "programa de treino" todo. É a recta final!! Isto que me falta empurra-me para o final de Dezembro, numa vida livre de stresses de trabalhos intermináveis, trabalhos de grupo com discussões acesas e... claro, os exames.
Por tal motivo, vou deixar os posts durante uns tempos.
Até breve (no máximo Dez.)
PS. Ah já agora, está mais que definido: Vamos fazer a rota do Whisky!
Os próprios operadores que contactei referem isso. Quero ver se faço reservas nas próximas 2 semanas.
segunda-feira, 9 de outubro de 2006
Whisky ou Coca-Cola?

Como em qualquer outra montanha, há no Kilimanjaro diferentes trilhos de acesso ao cume, que foram estabelecidos ao longo da sua história de conquistas. O Kilimanjaro é rodeado, cá em baixo, por uma zona de densa floresta e é por aí que todos os trilhos começam. Há pelo menos 7 que nos elevam desta zona de floresta para a curva de nível dos
Tempo mínimo: 5 dias (ida e volta)
Distância: 65 Km
Subida acumulada: 2903m
Dificuldade: Moderada/Difícil
Tempo mínimo: 6 dias (ida e volta)
Distância: 61 Km
Subida acumulada: 2800 m
Dificuldade: Difícil
E agora, Whisky ou Coca-Cola?
segunda-feira, 2 de outubro de 2006
Lar doce Lar
Porque não morar numa casa de madeira?
Estive na casa de um casal amigo que vive numa casa de madeira. Para quem não conhece o conceito, uma visita rápida à www.rusticasa.com esclarece.
Mais uma vez choca, pensar que a NOSSA casa é em madeira, toda ela, de cima a baixo. Apenas os alicerces são "convencionais", de resto, a estrutura, o tecto, o chão, as paredes, as portas, as janelas (excepto vidros claro), as escadas, os portões e as varandas, é tudo em madeira! Mas mais uma vez, e pela experiência de quem já vive num espaço destes, esta solução traz vantagens enormíssimas face ao nosso betão/pedra/tijolo.
Uma casa de madeira traz sobretudo muito conforto.
E de facto está-se lá dentro muito bem. E o inverno? Segundo nos dizem é fantástico, do melhor. Na Finlândia passei alguns dias (de Inverno) em casas de madeira - cottages - e, com uma lareira ligada, confirmo que se anda de manga curta (na casa toda) com -20º cá fora!!
Eu tenho algumas reticências em tornar a minha casa do dia-a-dia numa casa de madeira. Sem argumentos, é certo. Porquê? Não sei. Talvez porque é estranho, mas acima de tudo porque sempre vi à minha volta casas de cimento. Hoje, mesmo que pudesse ainda não conseguiria tomar essa opção para primeira habitação. Mas como casa de campo em Trás-os-Montes no Parque de Montesinho, ah aí sim, era um luxo.
