Um mágico momento pode levar-nos do fundo do nosso ser ao esplendor das mais distantes estrelas.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Concentrado de Terra
sexta-feira, 13 de março de 2009
No paraiso tambem chove
Legenda:
1. Ka'Awa Loa Plantation - Alojamento dos primeiros dias
2. Praia Hawai'i no Pacifico
3. A primeira visao do Mauna Kea (com neve).
domingo, 25 de janeiro de 2009
Mauna Kea - 4206m
«Que um vulcão adormecido numa
in Fugas/Público, 2009.01.24
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Português vai medir o Kilimanjaro
Fala-se no monte Quilimanjaro e a imaginação dispara: a África emerge em aromas e cores fortes, e paisagens imensas. O Quilimanjaro, o maior pico do mundo enquanto elevação autónoma (é um vulcão extinto), surge então destacado no horizonte. Mas quanto mede exactamente a montanha? 5895 metros? 5890? Ou 5892 metros?
Não, não é adivinha, nem brincadeira. A resposta certa não é mesmo possível - por enquanto. Embora para efeitos de roteiro turístico a altitude oficial escolhida tenha sido a primeira que foi determinada, em 1952 (5895 metros), a margem de incerteza é da ordem dos metros. E a culpa é das limitações tecnológicas da primeira medição e da falta de pontos de referência suficientemente rigorosos em outra missão mais recente, realizada em 1999, que apontou para uma altitude 5892 metros. Mas ainda não é esta a definitiva. A correcta estará algures entre aquelas duas.
Reduzir a margem de incerteza na medição do Quilimanjaro a decímetros (em vez de metros), determinando com um rigor sem precedentes a altitude do mais emblemático pico africano, é o projecto de Rui Fernandes, investigador do Centro de Geofísica da Universidade de Lisboa e também professor na Universidade da Beira Interior (UBI). A expedição que o cientista português está a organizar, em colaboração com os serviços geográficos da Tanzânia, tem partida marcada para a segunda semana de Setembro. Até lá, há toda a operação logística para montar, "incluindo a procura de financiamentos e de apoios para o projecto", explica ao DN Rui Fernandes.
Tal como acontece quando surgem algumas das melhores ideias, a deste projecto nasceu de uma conversa informal entre o cientista português e um técnico dos serviços geográficos tanzanianos.
"No ano passado, fui ao Quénia dar um curso sobre utilização de GPS [Global Positioning System] em sistemas de referência geográfica e estava lá um participante da Tanzânia", conta o investigador. A hipótese de fazer a medição rigorosa do pico surgiu numa troca de impressões entre ambos.
Percebe-se a importância simbólica que a informação tem para o país onde o pico se eleva. Saber exactamente quanto mede é, afinal, conhecer melhor o património próprio. Tem carga identitária, cultural e simbólica. "Para nós, saber com rigor quanto mede o ponto mais alto da serra da Estrela também é importante", compara Rui Fernandes. Equipado com GPS e gravímetro (para fazer observações de gravidade), o grupo liderado pelo português, que terá também apoio logístico no Quénia, já que uma das vertentes do monte emerge em território desse país, conta estar no terreno, pronto a trabalhar, a 15 de Setembro. Mas qual é o processo que vai utilizar para chegar ao rigor pretendido?
O segredo está na malha de pontos equidistantes, cuja altitude a equipa vai determinar primeiro na base do Quilimanjaro, para poder utilizar como referência para o cálculo da altitude do ponto mais alto do monte. "Enquanto uma equipa sobe ao Quilimanjaro, carregada com os equipamentos, durante quatro ou cinco dias, e fazendo o registo de altitudes enquanto avança, uma outra fica cá em baixo a fazer as medições necessárias (que nunca foram feitas) à produção dessa malha de pontos de referência", adianta Rui Fernandes. Apesar de ser o única elevação terrestre do mundo, com aquela altitude, que não precisa de ser escalada - é possível ir até ao topo a caminhar -, um terço dos que tentam subi-la desistem, porque a partir de certa altura o ar é muito rarefeito e a inclinação muito acentuada. A tarefa, portanto, não é fácil. Mas Rui Fernandes espera ter, no final, a medida certa do maior pico do continente africano.
terça-feira, 1 de abril de 2008
Makalu (8463m), João Garcia, 19.Mai.2008

Sem oxigénio artificial nem carregadores de altitude, João Garcia chegou ao cume do Makalu às onze horas da manhã, hora nepalesa, no dia 19.Mai.2008. O frio e o vento agravaram as dificuldades da ascensão final, mas "as vistas magníficas do Everest, do Lhotse e do Kangchenjunga, os outros gigantes dos Himalaias, foram recompensa magnífica", diz o alpinista português, que chegou ao 8463 metros sozinho; foi seguido, algum tempo depois, por um guia francês e o seu guia sherpa. Os três alpinistas foram os únicos a atingir esta segunda-feira, dia 19 de Maio, o cume da quinta montanha mais alta do Mundo.
A vida é feita de objectivos dizia eu, no inicío deste espaço. Os meus prosseguem, agora numa onda mais intimista, mas sempre com grande foco e empenho. Mas o João, o nosso Carlos Lopes das montanhas, já tem o próximo bem definido. Sete meses depois de ter conquistado o K2, no Paquistão, vai agora liderar uma expedição internacional para o Makalu, considerada uma das montanhas mais difíceis dos Himalaias. Em tradução literal do sânscrito, Makalu significa o Grande Negro, e é também um dos muitos nomes porque é conhecido o deus hindu Shiva. O pico, em forma de pirâmide quase perfeita, tem quatro escarpadas e íngremes faces de rocha e gelo, nenhuma delas de fácil ascensão. Depois de uma aclimatação de quatro semanas à alta altitude, Garcia e outros cinco alpinistas de cinco nacionalidades diferentes, tentarão atingir o cume, pela chamada via clássica, durante o mês de Maio. A escalada é mais uma etapa do projecto "À conquista dos Picos do Mundo", com que João Garcia pretende conquistar até 2010, as 14 montanhas de 8 mil metros do planeta. Se for bem sucedido, o alpinista tornar-se-à um dos cerca de 200 alpinistas que conquistaram o Makalu desde a primeira ascensão dos franceses Lionel Terray e Jean Couzy, em 1955, dois anos depois da primeira ascensão do Everest. As estatísticas himalaianas confirmam várias das dificuldades do Makalu: nunca foi conquistado no Inverno; só cinco das primeiras dezasseis tentativas foram parcialmente bem sucedidas; 22 alpinistas morreram já nesta montanha que tem, na realidade, dois cumes; com o Chomolonzo (7199m), o chamado cume secundário, é uma das demarcações geográficas da fronteira entre a região nepalesa do Kumbu e o planalto tibetano, ocupado pela China. Certamente mais uma aventura plena de emoções, para a equipa da montanha e com uma leve brisa também para nós, neste acto de voyerismo proporcionado pela SIC no blog/reportagem respectivo.
segunda-feira, 17 de março de 2008
CV desportivo para não atletas
01. Mini - Maratona de Lisboa (8Km)
02. Meia-Maratona de Lisboa (21,097 Km)
03. Expedição ao Kilimanjaro (6 dias)
04. 8ª EDP - Corrida Festas da Cidade do Porto (15 Km)
05. Trekking de Verão - Pirinéus (3 dias)
06. Marcha ao S. Bentinho - Gerês (60 Km)
07. Mini - Maratona SPORTZONE
08. Meia-Maratona EDP - Porto (21,097 Km)
09. Corridas de Aventura – Alto Tâmega e Barroso
10. II Ori-BTT Cidade da Trofa
11. 14ª Corrida S. Silvestre do Porto (10 Km)
12. Caminhos do Alvão 2008, Ori-Pedestre
13. Marcos de Orientação Moimenta da Beira, Ori-Pedestre
14. Sportzone - Corrida Dia do Pai (10 Km)


